
Cirurgia preparada com a caixa certa, o implante rastreado e o consumo real.
A preferência do cirurgião está numa ficha impressa. O material chega incompleto e a cirurgia atrasa. O consumo real só é conhecido depois, quando o faturamento tenta reconstruir o que foi usado.
O módulo mantém a preferência por procedimento e por cirurgião, monta a lista de separação e confere antes de a caixa subir. O consumido é registrado na sala, com lote e série do implante — o que resolve rastreabilidade sanitária e faturamento no mesmo movimento.
Este é o ponto de partida. A regra do seu negócio — quem aprova, o que trava, como o número é calculado — é escrita em cima dele, e é ela que faz o sistema ser seu.
A resposta costuma ser "a maior parte, menos a que importa". É essa parte que a Resultz mapeia, mede em reais e constrói.